quarta-feira, 14 de junho de 2017

Professora de Arte cria exposição que estimula os cinco sentidos



Instalação artística é desenvolvida na escola

A intenção é que os alunos tenham uma experiência artística completa
Durante as diversas atividades desenvolvidas na Escola Estadual Assentamento Santa Clara, na semana do meio ambiente (06 a 09 de junho). A professora de Arte, Jeane Purcino, desenvolveu no eixo de Artes Visuais a montagem da Instalação Caminhos dos sentidos, com os alunos do Ensino Fundamental I, alunos do 1º e 2º ano do Ensino Médio. O objetivo do trabalho foi estimular o sentir,  o apreciar e   identificar os cinco sentidos:  visão, adição, tato, olfato e paladar.
Segundo Jeane “Ao visitarem a sala os alunos tiveram a percepção de sentir as diferentes texturas da areia, das folhas, das pedras, além das diferenças táteis do sal fino, grosso, do alho; como também a harmonia das cores através da exibição das plantas; os ipês foram identificados com flores artificiais”.
“O ambiente demostrou estar dentro da natureza; Consegui sentir as plantas, os sons, os cheiros que exalavam no ar”, destacou a aluna do 9º ano – Emily G. Ferreira Lopes.

Maria Rita, aluna também do 9º ano, argumentou “O ambiente nos traz sensações de calmaria e leveza, admiramos as diferentes plantas, como: Sangra d’água”.
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Visita à  instalação artística.









Projeto"Sombra para o futuro"





As atividades do projeto Sombra para o futuro, idealizado pelo professor de Ciências e Biologia, Márcio Cleber Toledo Jardim, iniciaram dia 06 de junho (dia mundial do meio ambiente) na Escola Estadual Assentamento Santa Clara, município de Mirante do Paranapanema, com as boas-vindas da diretora Adriana Mussi que enfatizou a importância do projeto, e, principalmente o envolvimento de toda a comunidade escolar para a efetivação das atividades.  

Diretora Adriana Mussi dá abertura oficial da semana do Meio Ambiente

O professor Márcio também apresentou vídeos motivadores sobre a preservação ambiental, delimitou o cronograma das tarefas a serem realizadas na semana do meio ambiente, além disso, demonstrou as fotos das mudas já plantadas pelos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
Dando prosseguimento ao desenvolvimento do projeto, as professoras: Luzia,  Claudia e Alcione entregaram panfletos a comunidade, com as turmas do 6º, 7º e 8º anos sobre  a receita do sabão caseiro e a técnica de compostagem. Envolveram a comunidade com a apresentação do jogral: Planta. 

Simultaneamente, as turmas do 2º e 3º  Ensino Médio, acompanhados pelos professores: s Sandro e  Julina Parron plataram mudas nativas ao redor da igreja católica. Já o professor Marcio, com os alunos do 9º ano Ensino Fundamental e 1º do Ensino Médio plantaram 30 mudas nativas no sitio do seu José e Dona Ivanélia, nascendo assim, o Bosque Santa Clara.


Palestra sobre APP
Palestrante Ibrahim Antônio Jorge Filho  
No dia 07 de junho, o engenheiro agrônomo Ibrahim Antônio Jorge Filho,  do ITESP –Instituto de Terras do Estado de São Paulo  fez palestra com o tema -  Áreas de APPs – Área de Preservação Permanente, tema pertinente para os alunos assentados uma vez que apresentou detalhamento preciso sobre as  APPs, espaços territoriais especialmente protegidos de acordo com o disposto no inciso III, § 1º, do art. 225 da Constituição Federal, do Código Florestal (Lei Federal no 4.771, de 1965 – e alterações posteriores).  O palestrante explicou aos alunos que  as APPs não têm apenas a função de preservar a vegetação ou a biodiversidade, mas uma função ambiental muito mais abrangente, voltada, em última instância, a proteger espaços de relevante importância para a conservação da qualidade ambiental como a estabilidade geológica, a proteção do solo e assim assegurar o bem estar das populações humanas.
Comunidade escolar agradece a presença dos colaboradores do ITESP

Entrega de jornal pelo  ITESP aos alunos no período matutino
Oficina de sabão caseiro – óleo usado
A professora Claudia proporcionou oficina de sabão caseiro aos alunos do Ensino Fundamental II e Médio com objetivo de reutilizar o óleo e não descartá-lo incorretamente. 
Professora Claudia explicita cuidados ao fazer sabão caseiro





Apresentação da BBC Earth
O vídeo apresentou as planícies e a vegetação presente, dando ênfase ao capim, indicando que todos animais daquele espaço natural dependem dele para sobreviver. Além da resistência do capim as diversas  mudanças climáticas.



Palestra “Conservação do solo”, com Eleonai





Trabalho de campo com áreas de mananciais

Os alunos realizaram trabalho de campo para visualizarem na prática os conteúdos teóricos aprendidos no currículo.

Visita do PCNP Fernando






Palestrante pesquisadora científica do Parque Estadual Morro do Diabo – PEMD

Palestrante Andréa Soares Pires
Distribuição de mudas nativas na comunidade pelo professor Márcio e alunos

A aluna Beatriz, 1º ano de Ensino foi presenteada com um buque de mudas nativas para completar o Bosque Santa Clara.

Distribuição de mudas a Diretoria de Ensino de Mirante do Paranapanema

A diretoria de ensino foi presenteada com quinze mudas nativas. 
Leitura de poema - professora Cíntia Guidorizzi

Leituras dos povos da floresta,  aluna Kathrine 


Coreografia  indígena: “Mãe natureza”, “Festa do Boi”



Projeto - Meio ambiente












segunda-feira, 12 de junho de 2017

Resíduos Rurais e Destino



Resíduos Rurais e Destino
A correta destinação de lixo no ambiente rural foi tema, no período noturno,  na noite desta quinta-feira (08/06), teve como público alvo alunos da Educação de Jovens e Adultos – EJA.  A atividade desenvolvida pertence ao ciclo de palestras da semana do meio ambiente,  da E.E. Assentamento Santa Clara, no município de Mirante do Paranapanema- SP.  
Como pesquisadora do tema de resíduos sólidos: no meio rural, Fátima Siqueira,  acadêmica do curso de Direito, também militante da luta do Movimento dos trabalhadores Sem Terra – MST, palestrou a necessidade de soluções específicas e alternativas para os resíduos rurais. Lembrou também da conscientização efetiva para a coleta seletiva do lixo na área rural.
Para Fátima Siqueira, “o trabalho de conscientização é necessário, pois quando queimamos o lixo liberamos toxinas que contaminam o solo e as células do ar”. Mencionou trechos da Carta Encíclica do Papa Francisco que nos convoca a cuidar de “Nossa Casa Comum”, a “Irmã e Mãe Terra”.  “Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou. Crescemos a pensar que éramos seus proprietários e dominadores, autorizados a saqueá-la. A violência, que está no coração humano ferido pelo pecado, vislumbra-se nos sintomas de doença que notamos no solo, na água, no ar e nos seres vivos”.


Palestra – Resíduos Rurais e Destino

Alunos da EJA participam da palestra




sábado, 6 de maio de 2017

Alunos da Santa Clara fazem expedição na antiga linha férrea

Expedição: resgate histórico e fortalecimento dos conhecimentos biológicos


Na primeira quarta-feira do mês de maio (03), os alunos do Ensino Médio (2ª e 3ª anos) da E.E. Assentamento Santa Clara participaram do trabalho de campo organizados pelos professores Márcio Cleber (Biologia), Valdir (História), Daniela Arfeli (Língua Portuguesa), acompanhados pelo monitor escolar Marcos. A atividade interdisciplinar teve como objetivo geral possibilitar aos alunos momentos de resgate histórico e fortalecimento dos conhecimentos ecológicos nas redondezas do Assentamento Che Guevara, principalmente, na antiga Estrada de Ferro Sorocabana, matéria prima para trabalhar temas no Currículo SEE/SP. “A linha ferroviária da alta sorocabana, fundada na época do Império para levar as safras de algodão do interior até a capital,  trouxe fortalecimento econômico para a região do Oeste Paulista”, lembrou o professor de História que acompanhou os alunos. 
Além disso, é preciso enfatizar que o professor Valdir mencionou que a "Estação de Teodoro Sampaio foi fundada na década de 1960,  fazia parte do ramal de Dourados, na qual  saía de Presidente Prudente e seguia até Euclides da Cunha, além do transporte de algodão eram transportados café, gado, madeira, como também transporte humano".
Em meio as diferentes atividades propostas, em alguns pontos da expedição, o professor de Biologia fez paradas estratégicas para que os estudantes analisassem alguns aspectos do local, como as características da vegetação, sua formação, a importância dos corredores ecológicos e, ainda, aprender fatos históricos da região. “A ideia é compartilhar conhecimentos, perceber que a linha férrea foi transformada naturalmente em corredor ecológico, e, que vegetação encontra-se em clímax, estágio de reprodução e perfeito equilíbrio ambiental. E hoje, mesmo com a ferrovia desativada contribui muito para o fluxo gênico”, confirma o professor Márcio.

Entre os lugares visitados, os alunos compreenderam que mesmo sem preocupação humana, a natureza se restabelece, até chegar ao clímax. Após a trilha, os alunos fizeram piquenique próximo a cachoeira. “Foi um dia que aprendi bastante, interagi mais com os professores e colegas da escola,  estou amando aprender desse  jeito”, contou Jeniffer Santos,  aluna da 2ª série do E.M. 





terça-feira, 1 de novembro de 2016

Cantigas populares

Professora Maria das Dores de Sousa e alunos do 2º Ano – A
Houve um tempo em que as cantigas populares eram aprendidas com amigos e familiares, transmitidas oralmente dos mais velhos para os mais novos. Hoje, principalmente nos grandes centros urbanos, a escola tem papel fundamental na preservação dessas canções. Elas fazem parte do nosso patrimônio cultural, e é na escola que os alunos têm a oportunidade de aprendê-las. Por isso é tão importante cantar na escola. Por isso também as cantigas fazem parte do conteúdo aqui sugerido para o trabalho de leitura, de escrita e de comunicação oral desenvolvido com os alunos. Além disso, as canções tradicionais têm ritmo e muitas apresentam também rimas e repetições, recursos que facilitam a memorização do texto pelos alunos. E por serem facilmente memorizáveis, as cantigas são textos bastante adequados para trabalhar o sistema de escrita. Produto final: Um livro com as cantigas favoritas da turma, para ser levado para casa e para ser entregue a uma turma de uma escola de Educação Infantil próxima. Objetivos: Escrever textos que eles saibam de memória e, assim, refletir sobre o sistema de escrita, colocar em jogo suas hipóteses, confrontá-las com as dos colegas. Participar de uma situação de escrita coletiva, colocando em ação procedimentos relacionados ao ato de escrever. Elaborar um livro sobre um assunto trabalhado em sala de aula. Apreciar e valorizar um dos elementos da cultura popular.

                                                Projeto apresentado para o 1º Ano – A                                                            
Turma do 2º Ano - A
                                           Vice- Diretora: Lilian Leite e Professora: Sarah Esther